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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Literatura de Corde




O que é e origem

A literatura de cordel é uma espécie de poesia popular que é impressa e divulgada em folhetos ilustrados com o processo de xilogravura. Também são utilizadas desenhos e clichês zincografados. Ganhou este nome, pois, em Portugal, eram expostos ao povo amarrados em cordões, estendidos em pequenas lojas de mercados populares ou até mesmo nas ruas.

Chegada ao Brasil

A literatura de cordel chegou ao Brasil no século XVIII, através dos portugueses. Aos poucos, foi se tornando cada vez mais popular. Nos dias de hoje, podemos encontrar este tipo de literatura, principalmente na região Nordeste do Brasil. Ainda são vendidos em lonas ou malas estendidas em feiras populares.

De custo baixo, geralmente estes pequenos livros são vendidos pelos próprios autores. Fazem grande sucesso em estados como Pernambuco, Ceará, Alagoas, Paraíba e Bahia. Este sucesso ocorre em função do preço baixo, do tom humorístico de muitos deles e também por retratarem fatos da vida cotidiana da cidade ou da região. Os principais assuntos retratados nos livretos são: festas, política, secas, disputas, brigas, milagres, vida dos cangaceiros, atos de heroísmo, milagres, morte de personalidades etc.

Em algumas situações, estes poemas são acompanhados de violas e recitados em praças com a presença do público.

Um dos poetas da literatura de cordel que fez mais sucesso até hoje foi Leandro Gomes de Barros (1865-1918). Acredita-se que ele tenha escrito mais de mil folhetos. Mais recentes, podemos citar os poetas José Alves Sobrinho, Homero do Rego Barros, Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves da Silva), Téo Azevedo. Zé Melancia, Zé Vicente, José Pacheco da Rosa, Gonçalo Ferreira da Silva, Chico Traíra, João de Cristo Rei e Ignácio da Catingueira.

Vários escritores nordestinos foram influenciados pela literatura de cordel. Dentre eles podemos citar: João Cabral de Melo, Ariano Suassuna, José Lins do Rego e Guimarães Rosa.

Literatura Oral

Faz parte da literatura oral os mitos, lendas, contos e provérbios que são transmitidos oralmente de geração para geração. Geralmente, não se conhece os autores reais deste tipo de literatura e, acredita-se, que muitas destas estórias são modificadas com o passar do tempo. Muitas vezes, encontramos o mesmo conto ou lenda com características diferentes em regiões diferentes do Brasil. A literatura oral é considerada uma importante fonte de memória popular e revela o imaginário do tempo e espaço onde foi criada.

Muitos historiadores e antropólogos estudam este tipo de literatura com o objetivo de buscarem informações preciosas sobre a cultura e a história de uma época. Em meio a ficção, resgata-se dados sobre vestimentas, crenças, comportamentos, objetos, linguagem, arquitetura etc.

Podemos considerar como sendo literatura oral os cantos, encenações e textos populares que são representados nos folguedos.

Exemplos de mitos, lendas e folclore brasileiro: saci-pererê, curupira, boto cor de rosa, caipora, Iara, boitatá,
lobisomem, mula-sem-cabeça, negrinho do pastoreio.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

OLHO MÁGICO

“Brinque com seus alunos e ao mesmo tempo dê conteúdos”

Esse recurso pode ser usado na Educação Infantil e nas séries iniciais do Ensino Fundamental. Chama-se “Olho Mágico”.

Material:

1 folha de papel cartão;

6 envelopes;

Cola;

Pinceis.

Primeiro coloque o nome “Olho Mágico”, assim como está na ilustração. Cole os envelopes e enumere-os. Faça uns desenhos para deixar mais interessante. Fique à vontade, é você que vai conduzir o trabalho.

Como funciona? Dentro de cada envelope haverá um tema de aula, uma pergunta, um desenho, isso fica a seu critério.

O aluno escolhe um número. O professor abre o envelope e apresenta o que tem dentro. Depois de mostrado o tema, o professor ou um dos alunos irá explicar ou falar algo sobre. No momento da explicação ninguém pode “Piscar” ou seja mudar a atenção para outra coisa. Quem deixar de prestar atenção já perdeu. Por isso o recurso chama-se “Olho Mágico”

Essa é uma boa dica, que você pode usar da forma como quiser.

Até mais.

Importãncia da Pontuação

Um homem rico estava muito mal, agonizando.

Pediu papel e caneta.

Escreveu assim:”Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres.”

Morreu antes de fazer a pontuação.

A quem deixava ele a fortuna?

Eram quatro concorrentes, que fizeram as seguintes pontuações.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:

- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:

- Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:

- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os pobres da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:

- Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

TECNOLOGIAS EXISTENTES NO C. E. VALNICE BERTOLDO LIMA CORDEIRO - ANEXO



10 COMPUTADORES, APENAS UM LIGADO EM REDE;
APARELHO DE DVD E TV;
TV A CABO, VIA EMBRATEL.



Os recursos tecnológicos como suporte auxiliar tem se tornado uma exigência do mundo moderno, da escola moderna. Em vista disso, algumas escolas já se adequaram, adquirindo esses recursos e capacitando o educadores para fazerem uso de tal tecnologia.
Mas em muitos casos, como o caso da escola em questão ainda se tem muito fazer, a começar por adquirir outros meios tecnológicos, tais como: retroprojetor, internet, etc.
Após entrevista, conclui-se que é unânime a opinião dos professores em dizer que os recursos tecnológicos são de suma importância para o bom desenvolvimento do trabalho do professor nos dias atuais.

Todos defendem a tese de que a educação pode dar um salto bem maior se todos esses aparatos tecnológicos, que o ser humano já dispõem, forem utilizados em prol desta.
Mas ainda é possível destacar que o professor deve utilizar bem os recursos já existentes na escola, embora poucos. Se cada educador fizer a sua parte, a educação pode chegar ao patamar desejado.

O desafio de ser um verdadeiro educador hoje.


Para inicio de abordagem, faz se interessante mencionar o paradoxo que se forma no meio educacional: cada vez se aprende mais e cada vez se fracassa mais na tentativa de aprender. O ser humano tem avançado muito em conhecimento nas ultimas décadas, mas parece que os esforços alocados par que todos compartilhem desse conhecimento, sobretudo no âmbito escolar, tem sido em vão. Eis o desafio do educador hoje, utilizar tudo que o homem já elaborou como fonte de conhecimento, em prol da educação.
Desde o surgimento das primeiras entidades educacionais sistematizada até hoje ocorreram grandes transformações no planeta, geradas pelo fenômeno da globalização. Poderíamos pular do ofensivo do quadro negro e giz para uma magnânima tela sensível ao toque. Mas afinal, as escolas têm acompanhado o curso da globalização?
O que se pode observar é que a maioria das escolas não se adequou ao curso da globalização, deixando muito a desejar; ora porque ainda não tem estrutura adequada; ora dispondo destas, mas não contando com professores treinados para manusear de forma eficaz os instrumentos. Primeiro é necessário que haja investimento em tecnologia nas nossas escolas, porém, os especialistas enfatizam que investir em tecnologia não basta. A maior dificuldade das escolas não é ampliar o uso dos aparatos, mas saber aproveitá-los na metodologia do ensino.
Nesse sentido, esse curso oferecido pelo MEC, tecnologias na educação, ensinando aprendendo com as TIC’s, surge como uma luz no fim do túnel, trazendo um aporte para todos os educadores que querem tornar-se um verdadeiro educador, com potencialidade para trazer para dentro da sala de aula uma metodologia além do giz e o quadro negro, capaz de motivar o alunado. Percebe-se nas TIC’s uma ferramenta poderosíssima no auxilio do educador contemporâneo vencer todos os desafios educacionais de hoje, sobretudo reverter esse paradoxo.
Alguns temem que a tecnologia tenha vindo para substituir o homem, mas é preciso lembrar que o computador na sala de aula não vai substituir o professor, apenas vai auxiliá-lo de diversas formas, transformando a sala de aula em um ambiente atraente e estimulante para os alunos desenvolverem sua criatividade e raciocínio, contribuindo assim para que se tornem aprendizes autônomos.

O verdadeiro educador




O verdadeiro educador é como um pintor: tem sempre como anseio a busca pela perfeição. Quer de qualquer forma garantir o melhor resultado. E mesmo quando, sem querer, derrama a tinta indesejada, procura contornar a situação, cobre ali, desbota lá, mas sempre procurando dar o melhor de si. E mesmo ao fim, tendo um resultado excelente, ainda, não se conforma, busca sempre mais e mais melhora. Agita e mistura as tintas, troca de pincel e até fica em reflexão buscando inspiração, contudo, para fazer daquela tela áspera e cinzenta uma obra de arte apreciável.